O lado filósofo e poeta da personalidade de Van Gogh

Por motivos pessoais e profissionais tenho estudado a vida e a obra de Van Gogh. Na medida que avanço nos meus estudos acabo por descobrir que o artista não era genial apenas quando pintava, mas também quando filosofava e expressava no papel toda sua sensibilidade.
Mal comecei a ler o livro Cartas a Theo, uma reunião de cartas escritas por Van Gogh para seu irmão Theo e já encontrei duas pérolas que me encantaram:

... ache belo tudo o que puder, a maioria das pessoas não acha belo o suficiente. 

Se continuarmos a amar sinceramente o que na verdade é digno de amor, e não desperdiçarmos nosso amor em coisas insignificantes, nulas e insípidas, obteremos pouco a pouco mais luz e nos tornaremos mais fortes. 

Uma dica para os que gostam do artista, há cinco obras dele expostas atualmente no MASP na exposição Passagens por Paris. The promenade evening (obra que consta nesse post), é uma delas. 
A exposição Passagens por Paris apresenta 51 trabalhos realizados entre os anos 1866 e 1948 por artistas como Manet, Degas, Cézzane, Gauguin, Renoir, Picasso, Tolouse-Latrec, Modigliane e Portinari entre outros. 


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