Utopia: Boas e corajosas ideias do mercado cosmético para cabelos

O que você pensaria se descobrisse que uma importante química brasileira e alguns empreendedores ousados tivessem resolvido lançar uma linha cosmética capilar livre de produtos reconhecidamente nocivos para a nossa saúde?
No mínimo teria curiosidade de conhecer, certo? 
Foi o que aconteceu comigo quando fui convidado para o lançamento da linha Utopia, idealizada e lançada na semana passada pelos empresários Marcos Furquim e Camila Bianchi em parceria com a querida amiga Sônia Corazza (química), e os publicitários Pedro Borelli e Bruno Bianchini. 
O evento realizado no Salão Bardot, um lindo espaço de beleza e integratividade localizado na Vila Madalena, em São Paulo, teve apresentação teatral, palestra da Sônia Corazza sobre ingredientes nocivos em cosméticos e, por fim, a apresentação de todo a linha pelo pessoal da publicidade envolvido no projeto.
A imagem visual dos produtos fala por si só. Com embalagens e rótulos com estilo retrô o conjunto tem um charme próprio. 
A proposta de evitar o uso de produtos nocivos como sulfatos, corantes, cocoamide dea e fragrâncias livres de ftalatos é perfeita. Vem de encontro a uma tendência mundial de se evitar ao máximo os riscos à saúde, ideia com a qual eu compartilho plenamente. 
Os argumentos contrários ao uso de ingredientes nocivos à saúde foram demonstrados com muita competência pela química Sônia Corazza que fez uma palestra totalmente fundamentada em estudos científicos publicados em periódicos de grande relevância no cenário da ciência mundial. 
A linha de cosméticos capilares Utopia também ousa por nascer bem humorada. Algo que falta à grande maioria das propostas cosméticas que temos no mercado, como podemos ver nos personagens criados para fazer parte da embalagem e do marketing do produto e que aparecem junto a esse texto.
As formulações bem estudadas prometem cuidar dos cabelos com carinho. Algo que, de certa forma é essencial quando pensamos no quanto os cabelos vem sendo agredidos pelas químicas ultimamente (vale ler o post anterior a esse que fala sobre uma boa e corajosa proposta para combater o uso de alisantes com formol e seus precursores: clique aqui).
Volto a reforçar o que disse no texto citado no parágrafo anterior. Ideias novas e que acompanhem menos riscos para a saúde dos usuários são, hoje em dia, um serviço de utilidade pública. Hoje há um número infinito de propagandas de cosméticos que prometem milagres sendo veiculadas nas mídias por todos os cantos. Esse cenário deixa a população sem rumo e com muitas dúvidas sobre o que usar em seus cabelos. 
Uma linha que surge com o propósito maior de ser sincera no que diz respeito à não utilização de produtos nocivos à saúde e que segue as rígidas legislações canadense, alemã e japonesa na produção de seus cosméticos, deve ser apresentada como uma verdadeira boa ideia para o mercado cosmético de cabelos. 

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